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27 de mar. de 2015

Paul Dirac

Paul Dirac - 1930
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Dirac)
físico britânico Paul Adrien Maurice Dirac (1902 - 1984) estudou engenharia como graduando na Universidade de Bristol, mas trocou para matemática depois de graduado. Ele foi um dos pioneiros da mecânica quântica, e desenvolveu a primeira teoria do elétron que levou em conta a relatividade especial. A teoria funcionou incrivelmente bem, descrevendo muitos atributos observados no elétron que muitas outras teorias eram incapazes de predizer. Mas a mais relevante predição da teoria era de que o elétron tinha uma anti-partícula associada com ele, que possuiria a mesma massa, mas uma carga positiva ao invés da carga negativa. Em 1932, essa partículas, depois chamada de pósitron, foi descoberta, e muitas outras anti-partículas foram sendo preditas e observadas. De 1932 a 1969, Dirac ocupou a cadeira de Professor Lucasiano de Matemática na Cambridge, um posto ocupado por Isaac Newton e Stephen Hawking.


Fonte: Stephen's Hawking Universe - Cosmological Stars (BBC/PBS)

26 de mar. de 2015

Nebulosas


Estimada com 1.000 anos de idade, a Nebuloso Olho de Gato ou NGC 6543 é uma gravação visual de um "fóssil" da dinâmica e evolução de uma estrela morrendo.


O que as galáxias distantes, nuvens interestelares de gás e poeira, e aglomerados de estrelas pálidas possuem em comum? Quando vistos através de um telescópio pequeno ou de médio porte, todos tendem à parecer pálidos (luz fraca), nuvens atrapalhadas. O brilho das chamadas nebulosas (do verbete latim para "nuvens") podem ser vislumbradas mesmo à olho nu. A Nebulosa de Órion, por exemplo, pode ser encontrada na ponta da constelação de Órion em uma tarde clara de inverno, e a grande Galáxia de Andrômeda é um deleito no céu de outono.

No início deste sécula, mais de 10.000 nebulosas foram catalogadas. Um número foi identificado como nuvens interestelares ou aglomerados de estrelas, mas a maioria ainda permanece como um mistério para serem classificados. Apenas após Edwin Hubble usar seu telescópio de 100 polegadas, em Mt. Wilson em 1920, para observar e percebido estrelas individuais na Galáxia de Andrômeda (até então conhecida por a "Grande Nebulosa"), a natureza dessas nebulosas tornou-se mais clara. Hubble descobriu que essas nebulosas era na verdade, grandes galáxias por si só, expandindo nossa visão de proporções e tamanhos ao que refere-se ao conteúdo do Universo.



Fonte: Stephen's Hawking Universe - Strange Stuff Explained (BBC/PBS)

25 de mar. de 2015

Buracos negros realmente existem ?

Um buraco negro supermassivo
2 bilhões de vezes
maior que o sol, aparentemente
espreita a gigante galáxia M87

Por décadas, buracos negros estiveram entre os favoritos dos escritores de ficção científica mas era tratado com um pouco menos de respeito pelos físicos. Apesar da Relatividade Geral predizer que buracos negros possam existir, muitos cientistas consideravam-nos bizarros o suficiente para que possam existir em um universo real. Tudo isso mudou. Ultimamente, astrônomos tem detectado vários buracos negros em sistemas binários que emitam raios X, onde uma estrela normal orbita um acompanhante massivo, invisível, que teoricamente seria um buraco negro. Evidências ainda mais convincentes tem surgido de diversos centros de galáxias grandes, onde estrelas movem-se tão rapidamente, que elas devem estar sob efeito de um objeto massivo. Por meio do cálculo do tamanho e massa desses objetos, a única conclusão que parece fazer sentido é de que no centro dessas galáxias estão ancorados buracos negros supermassivos.


Fonte: Stephen's Hawking Universe - Strange Stuff Explained (BBC/PBS)

Buracos Negros

Uma estrela massiva começa a colapsar-se quando ela acaba com seu combustível nuclear e não mais pode reagir à gravidade puxando para o centro.
O peso esmagante da estrela sobreposto às camadas implode o núcleo e a estrela colaba nas profundezas do tecido espaço-temporal.
Entretando, a estrela permanece escassamente visível, a luz possui agora dificuldade para "escalar" a enorme distorção causada pelo efeito gravitacional do núcleo em colapso.
A estrela passa por seu horizonte de eventos e desaparece do universo, formando uma singularidade de densidade infinita e volume zero.
Empilhe matéria suficiente em suficientemente pequeno volume. A gravidade que irá atuar ficará tão forte que nada poderá escapar desse ponto. Isso inclui a luz, que viaja à uma velocidade cósmica absoluta de 186.000 milhas por segundo. Em um golpe de genialidade enquando procurava uma descrição do evento, o físico John Wheeler nomeou esses objetos "buracos negros". O radio de um buraco negro é chamado de horizonte de eventos, devido marcar a borda do local de onde a luz não pode mais escapar, sendo assim, qualquer evento ocorrendo dentro desse horizonte de eventos não pode ser vislumbrado por um observados externo - de fato, a parte interna de um buraco negro é uma interrupção no Universo. Tem sido especulado que buracos negros possam ser caminhos para outros universos. A gravidade é tão forte no centro, que mesmo as Leis da Gravidade de Einstein devem "quebrar-se". A teoria que governa essa incrivelmente matéria e esse campo gravitacional absurdamente forte no centro de um buraco negro ainda está para ser descoberta.

Fonte: Stephen's Hawking Universe - Strange Stuff Explained (BBC/PBS)

Antimatéria

Pósitrons aniquilam suas contrapartes normais, elétrons,
próximo ao centro da Via Lactea, e uma grande núvem que
extende-se milhares de anos-luz sobre o centro.
A aniquilação cria raios gama de alta energia,
como pode ser visto na imagem.
Todo tipo de partícula no universo possui uma anti-partícula correspondente, possuindo uma carga antagônica. A antipartícula do negativamente carregado elétron possui uma carga positiva e é denomidado de pósitron, enquando as antipartículas do próton e nêutron são o anti-próton e anti-nêutron, respectivamente. O antipróton possui uma carga negativa (em oposição à carga positiva do próton), e o anti-nêutron é neutro, uma vez que a carga oposta de uma partícula neutra (sem carga) também é neutra. Predito em 1928 pelo físico Paul Dirac, anti-partículas foram detectadas pela primeira vez em 1932.

O Universo primordial possuia quantidades equivalentes de matéria e anti-matéria, com uma pequena vantagem em quantidade de matéria - algo em torno de uma partícula extra para cada 100 milhões de fótons e pares de partículas/anti-partículas. Devido a matéria e antimatéria aniquilarem-se quando entram em contato, gerando uma explosão de radiação eletromagnética (energia na forma de partículas denominadas de fótons, a luz visível é um tipo de radiação eletromagnética), o Universo que vemos atualmente é dominado pela matéria extra que não encontrou a anti-matéria para aniquilá-la.


Fonte: Stephen's Hawking Universe - Strange Stuff Explained (BBC/PBS)

Matéria Escura

Galáxia de Andrômeda: cientistas acreditam que a matéria
escura deva existir para que fosse possível a formação
das galáxias, tendo em vista que apenas a matéria
visível não conseguiria gerar esse efeito.
Fonte: Daily Mail http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2280975/Have-dark-matter-Scientist-leading-2bn-space-experiment-says-results-set-release.html


O desestino final do nosso Universo em constante expansão depende da quantidade de matéria que ele contêm e se ela será suficiente para um dia parar essa expansão. Quando astrônomos contam toda a matéria visível - ou seja, tudo que emite ou reflete luz - a resposta é claramente que não há matéria suficiente. Porém, com o passar de algumas décadas, a resposta parece não ser tão simples assim. Observasões revelam que vastos halos de matéria invisível circundando galáxias e aglomerados de galáxias. Essa matéria - nomeada matéria escura - adiciona quase que dez vezes mais massa do que as estrelas visíveis, o gás e poeira vista nessas galáxias. E pode haver ainda mais. A Teoria da Inflação, se verdadeira, demanda que o universo seja constituído, entre 90 e 99 por cento por matéria escura. Astrônomos e físicos devem determinar o que são os constituíntes dessa matéria escura, embora já existam potenciais candidatos nomeados por MACHOs, WIMPs e Neutrinos.


Fonte: Stephen's Hawking Universe - Strange Stuff Explained (BBC/PBS)

20 de mar. de 2015

Atividades - Monitoria de Embriologia Médica

Monitoria de Embriologia Médica.pdf


por henriquelino 1,101 KB | 2015-03-20 | Arquivo | 

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Bibliografia de Referência
•    MOORE, Keith L.; PERSAUD, Trivedi Vidhya Nandan. Embriologia clínica. Elsevier Brasil, 2008.
•    SADLER, Thomas W. Langman's medical embryology. Lippincott Williams & Wilkins, 2011.
•    WEBSTER, Samuel; DE WREEDE, Rhiannon. Embryology at a glance. Wiley-Blackwell: Oxford, 2012.

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